2/20/2012

10 Ocorrências próximas e pós-morte


Por 
 em 11.01.2012 as 21:00
O corpo humano é um complexo sistema de troca de energias. Mas o que acontece quando a saúde de alguém se deteriora e a pessoa fica cara a cara com a morte?
Para entender como o corpo funciona, precisamos entender como ele não funciona. O que acontece com as células quando elas não têm mais ATP (energia) disponível? Nesses momentos, próximos do fim, o corpo funciona de maneira anormal.
Essa lista traz para você, sem ordem estrita, 10 mudanças significativas que ocorrem durante e depois da morte.
10. CHOCALHO DA MORTE
Esse é um termo comum usado nos hospitais para descrever o som feito por um indivíduo muito próximo de morrer. Isso ocorre após a perda do reflexo da tosse e da habilidade de engolir – o que causa uma acumulação de saliva na garganta e nos pulmões. Apesar de raramente causar dor ao paciente, o som é um pouco assustador. Alguns medicamentos são administrados para aliviar o desconforto da pessoa.
9. RESPIRAÇÃO DE CHEYNES-STOKES
Esse é um padrão de respiração muito anormal, caracterizado por ser muito rápido e ter períodos sem respirar (apneia). Nessas situações o coração está fraco e já trabalhou demais, o que exige que o corpo hiperventile (respire muito rápido) e depois, quando acaba a energia, pare de respirar.
Isso significa que os órgãos estão recebendo menos sangue, e consequentemente menos oxigênio. Sem ele, as células começam a morrer, e depois, a própria pessoa. Apesar de ocorrer em pessoas com problemas cardíacos e respiratórios, é muito comum em momentos de morte iminente.
8. DEFECAÇÃO
Perto da morte, cada músculo do corpo humano deixa de receber energia (ATP). Como resultado, os intestinos relaxam. Isso é ainda mais comum naqueles que comeram uma refeição pouco antes do período da morte. Outro fator que pode contribuir para essa situação é a rapidez da digestão da pessoa. Esse caso é mais esperado nas pessoas saudáveis, que se alimentam continuamente e acabam tendo uma morte inesperada.
7. RIGOR MORTIS
Todos já ouviram falar de rigor mortis, ou até já encontraram um animal nessa situação. Esse é a ocorrência da morte mais famosa. Após morrer, o corpo não consegue reverter o processo de contração – ficando em um estado de rigidez. Na maioria dos casos, o processo começa entre uma e três horas após a morte, e começa a passa após 24 horas. Até as pálpebras passam por isso.
Já que afeta todos os músculos do corpo, por fazer o coração ficar maior, sêmen ser liberado e dar a aparência de susto ao cadáver.
6. LIVOR MORTIS
O livor mortis é a coloração roxo-avermelhada que aparece quando o sangue vaza para as partes dependentes do corpo. Isso não acontece nas áreas em que o corpo está encostado no chão ou recebendo pressão, porque os capilares estão comprimidos.
Isso ajuda a determinar a posição da morte e a presença ou ausência desses sintomas podem também ajudar a estipular a hora da morte. O processo começa geralmente uma a duas horas após a morte, e se torna permanente ou fixo entre seis e doze.
5. ALGOR MORTIS
O “sopro gelado” da morte: é a redução da temperatura corporal que ocorre após a morte. Isso acontece apenas se a temperatura ambiente for menor do que a temperatura do corpo no momento da morte.
O nível de resfriamento tem algumas variantes: localização do corpo (sombra ou sol), roupas e temperatura ambiente. Pessoas obesas tendem a esfria mais devagar do que crianças, que gelam rapidamente. Geralmente, demora 24 horas para o corpo ficar na mesma temperatura do ambiente.
4. TACHE NOIRE
Tache noire significa, literalmente, “ponto escuro”. É uma linha vermelho-escuro que se forma horizontalmente no globo ocular. Durante a vida, o olho é protegido pelas piscadas, mas após a morte ele perde essa proteção. Portanto, esse processo acontece naqueles que não têm as pálpebras fechadas no post mortem.
Similarmente, outras membranas mucosas como a língua acabam escurecendo, após uma exposição prolongada ao ar. Se o indivíduo se afogou, ou foi encontrado na água, o tache noire não estará presente.
3. REMOÇÃO DE FLUÍDOS
É um líquido vermelho e marrom, com cheiro muito ruim, que pode emergir da boca e do nariz. Geralmente é confundindo com dano cerebral ou sangue. Ele emerge como resultado de gases que se formam pelo corpo. Quando um gás é formado no estômago e intestinos, o abdome pode ficar tenso e distender. Consequentemente, esse processo pode fazer com que um fluído saia pela boca, vagina e nariz. Uma mistura similar com fezes pode sair do reto. Esse processo é importante para determinar a hora da morte, e em locais com clima muito quente, ele pode acontecer em menos de 24 horas.
2. PERDA DE PELE
Esse processo acontece principalmente com os dedos e unhas, formando aglomerados de pele. Isso ocorre como resultado de acúmulo de gases no pescoço, tronco e membros, podendo parecer que estão “obesos”. Quando esses gases ficam sob muita pressão, os tecidos finos começam a se desintegrar. Como a maioria dos outros processos, esse também pode ajudar a identificar a hora da morte.
1. MACERAÇÃO
Macerar é amolecer algo encharcando. Isso se refere aos fetos que morrem no útero, entre o sexto e o novo mês de gravidez. A decomposição nesse caso acontece de maneira diferente, decorrente da exposição prolongada ao fluído amniótico. O feto lembra um corpo encharcado de água. A pele parece queimada, quase saindo do corpo, e os ossos ficam moles e flexíveis. Se ficar tempo demais no útero, o crânio se parte e o cérebro fica liquefeito. No caso do feto ser retirado do útero, até 24 após a morte, entrando em contato com o ar, o processo passa a ser o comum, de putrefação. [ListVerse]

Inteligência artificial: cientistas criam chip que imita o cérebro humano

Será que é possível simular, por computador, o funcionamento do cérebro humano? Um grupo de pesquisadores americanos garante que sim. Eles desenvolveram um chip que imita a maneira como o nosso cérebro responde a uma nova informação recebida. Seria um primeiro passo, conforme eles visualizam, para a criação de uma inteligência artificial.
O chip foi concebido no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. A capacidade deste dispositivo, basicamente, é fazer sinapses. Um cérebro humano tem cerca de 100 bilhões de neurônios, e a comunicação entre eles é feita sempre através de sinapses. Imitar essas sinapses artificialmente foi a base para a construção do chip.
A diferença é que esse cérebro artificial não é composto de células, e sim de 400 transistores dispostos de forma a simular a “comunicação interna” das nossas mentes. Da mesma maneira que os íons correm, no nosso cérebro, através de átomos carregados eletricamente como sódio, potássio e cálcio, os íons correm através desses transistores no “cérebro” do MIT.
Professores de neurobiologia da Universidade da Califórnia (EUA) foram convocados para analisar o cérebro artificial em funcionamento, e se mostraram impressionados com o seu realismo. Em um futuro talvez não muito distante, um chip como esse poderia atuar exatamente como o nosso cérebro, e de maneira ainda mais rápida. [BBC
]
http://hypescience.com/inteligencia-artificial-cientistas-criam-chip-que-imita-o-cerebro-humano/

A milagrosa invenção da NASA que pode salvar milhões de vidas


Como vocês sabem, não existem hospitais no espaço. O mais próximo é na Terra, e os astronautas não podem simplesmente pular para cá. Então o que acontece quando o sol libera uma radiação massiva enquanto um astronauta está no espaço?
A biocápsula da NASA – feita de nanotubos de carbono – vai poder diagnosticar e imediatamente tratar um astronauta mesmo que ele nem imagine ter um problema. Isso representa uma das maiores novidades na história da medicina, e vai funcionar na Terra também.
David Loftus é o homem que inventou a biocápsula e ganhou a patente do invento. Imagine isso: um astronauta está indo para Marte. A viagem de ida e volta vai levar de dois a três anos. Durante esse tempo, ele não terá acesso a um médico, e muito pode acontecer ao corpo humano no espaço.
Então, antes de embarcar, o astronauta recebe alguns implantes das biocápsulas da NASA. Uma pequena incisão é feita na pele, o que exige uma pequena cirurgia, com anestesia local e um ou dois pontos para fechar o corte. Após isso, ele está pronto para lidar com uma série de possíveis problemas – por conta própria.
Um dos principais problemas no espaço é a exposição a altos níveis de radiação. Os astronautas podem ser expostos aos “eventos de partículas solares”, que são liberações de intensa radiação do sol, e que podem danificar os ossos e destruir o sistema imunológico. Aí entra a cápsula: suas células percebem a radiação e imediatamente liberam medicinas para compensar o corpo.
Cada cápsula não funciona apenas uma vez. Elas podem liberar pequenas doses durante vários anos. Elas também são muito resistentes, e aparentemente não existe nenhuma enzima que possa quebrar suas nanoestruturas. Os poros permitem que os medicamentos passem pelas suas paredes, e quando ela se esvazia, a cápsula permanece no corpo, até que um médico a retire na Terra.
Enquanto o tratamento dos efeitos da radiação é o principal alvo da biocápsula da NASA, outras serão criadas para combater diferentes ameaças. Calor, exaustão e problemas de sono também são casos sérios em astronautas.
Utilidade terrestre
Em nosso planeta, o alvo número um é a diabetes – especificamente em pessoas que precisam de insulina. Com as cápsulas, pacientes com diabetes nunca mais precisariam tomar uma dose. Eles não precisariam nem se preocupar em checar os níveis sanguíneos.
Muitos diabéticos morrem durante o sono ou coma porque ficam muito tempo sem poder checar o sangue. As cápsulas iriam funcionar automaticamente, as pessoas estando acordadas ou não.
A segunda aplicação terrestre seria no tratamento do câncer (especialmente o de cérebro). Uma biocápsula implantada diretamente no tumor poderia liberar altas doses de quimioterapia diretamente na área necessitada – e isso reduziria muitos os efeitos colaterais em outras regiões do corpo.
Existem também aplicações na terapia genética. Algumas crianças nascem sem um gene, ou com um defeituoso. Como resultado, elas deixam de fabricar uma proteína. A biocápsula pode ser desenhada para implantar células que fabricam essa proteína. Ideias assim também poderiam ser usadas em pessoas que sofrem de alergias e podem entrar em choque anafilático.
Com todas essas aplicações (e existem mais), não é muito dizer que a biocápsula da NASA pode mudar a cara da medicina para sempre. Elas são baratas e extremamente simples de serem criadas. Os cientistas planejam começar testes com animais nesse ano e no próximo, para então passar para os humanos. [GizModo]

Camada gelada de plasma é detectada sobre a Terra

Já se suspeitava que partículas frias, carregadas eletricamente, existiam a dezenas de milhares de quilômetros da superfície terrestre. Agora, cientistas detectaram esses íons pela primeira vez. E eles são ainda mais abundantes do que se imaginava.
Frio, claro, é um termo relativo. Apesar desses íons de baixa energia serem 1.000 vezes mais gelados do que o plasma quente, essas partículas têm uma energia que corresponde a mais de 500 graus Celsius. Mas como a densidade delas no espaço é muito pequena, satélites e naves podem orbitam ao seu redor sem serem destruídos.
Os cientistas já haviam detectado os íons a cerca de 80 quilômetros da superfície, mas por décadas eles quiseram pesquisar em alturas maiores, entre 18 e 90 mil quilômetros. Saber quantos íons estão presentes pode ajudar a entender como nosso planeta interage com as tempestades de partículas carregadas do sol, que criam auroras, danificam satélites e sistemas elétricos.
Entretanto, detectar o plasma gelado a essas altitudes tem sido difícil. Espaçonaves que chegam lá acumulam carga elétrica, que repelem os íons gelados.
A solução para esse problema chegou com a espaçonave CLUSTER, da Agência Espacial Europeia. Ela é equipada com um detector formado por finos fios, que medem o campo elétrico entre eles. “É incrível que conseguimos descobrir os íons gelados com nosso equipamento”, afirma o pesquisador Mats André. “Ele não foi criado para isso. Era para observar campos elétricos”.
Campos elétricos “estranhos”
Dois padrões misteriosos apareceram quando os cientistas analisaram os dados dos detectores – campos elétricos muito fortes apareciam em regiões inesperadas do espaço, e conforme a nave rodava, os campos não se modificavam da maneira como os pesquisadores esperavam.
“Para um cientista, foi bem estranho”, afirma André. “Nós tentamos entender o que estava errado com o instrumento. Então nos demos conta de que não havia nada errado”.
Os achados sugerem que o plasma gelado estava influenciando os campos elétricos ao redor do satélite. Uma vez que isso foi compreendido, eles conseguirem medir quantos dos íons “escondidos” estavam lá.
“Quando mais você procura por íons de baixa energia, mais você acha”, afirma André. “Nós não sabíamos quanto havia lá. E é mais do que imaginávamos”.
Apesar de essa concentração variar, em cerca de 50 a 70% do tempo, os pesquisadores descobriram que eles formam a maior parte da massa nas zonas de grande altitude. Os íons chegam a estar até 85 mil quilômetros de altitude, cerca de um terço da distância até a lua. Encontrá-los nessas altitudes é surpreendente, porque os ventos solares são muito fortes nessa região.
Físicos espaciais têm debatido para determinar quantos íons energéticos estão deixando o planeta. As descobertas sugerem que cerca de um quilograma de plasma gelado escapa da atmosfera terrestre por segundo.
Entender esse procedimento ajuda os cientistas a explicar o que aconteceu com a atmosfera de Marte, que parece ter sido densa antigamente, e mais similar a da Terra. Os resultados também podem ajudar a explicar traços atmosféricos de outros planetas e luas, incluindo os exoplanetas.
“Se alguém está vivendo em um exoplaneta, provavelmente precisa de uma atmosfera que não esteja sendo levada embora”, afirma André.
Com o tempo, a partir do mapeamento do plasma gelado da Terra, os pesquisadores podem descobrir mais sobre as reações frente às tempestades solares e outros eventos. [MSN]

Rússia: Dargavs, a Cidade dos Mortos

Um lugar chamado Cidade dos Mortos realmente existe no norte da Rússia, na Ossétia, escondido em um dos cinco cumes de montanhas que atravessam a região.
Nem preciso dizer que vários mitos e lendas circundam a “cidade”, com os habitantes locais afirmando que ninguém volta vivo de lá.
O local dificilmente recebe turistas, embora isto possa ser devido simplesmente à dificuldade de chegar em Dargavs, a
Cidade dos Mortos, que implica uma viagem de três horas através de sinuosas estradas estreitas e várias colinas.
O clima de montanha certamente também não ajuda. Uma vez lá, você verá que a cidade é na verdade outra colina coberta de pequenos edifícios brancos. É a partir destes edifícios que o lugar ganhou seu nome.
As inúmeras estruturas brancas são de pedra cripta onde os moradores enterraram seus entes queridos. A própria cidade é um cemitério antigo da Ossétia. Cada família da área tem uma cripta, e quanto maior a estrutura, maior o número de pessoas soterradas na mesma. A mais antiga das criptas remonta ao século 16.
A área é de pouco interesse, exceto para arqueólogos que têm feito algumas descobertas incomuns lá. Por exemplo, os cientistas encontraram corpos dentro das criptas que foram enterrados em estruturas de madeira que se parecem com barcos. Mas como barcos foram parar nesse lugar sem rios navegáveis?
Uma explicação é que as almas dos mortos tinham que atravessar um rio a fim de chegar ao céu, e daí o barco. Outra presença interessante é a de um poço em frente de cada cripta. Diz-se que, uma vez que os ossétios enterravam seus mortos, jogavam uma moeda no poço. Se ela batesse em uma pedra no fundo do poço, significava que a alma do morto tinha alcançado o céu.
Alguns edifícios ficam afastados, que são as criptas dos criminosos do local. Também é dito que quando pragas dizimavam famílias inteiras, pessoas que não tinham ninguém para enterrá-las vinham a cripta da família e esperavam pela sua morte. Sinistro, não?[OddityCentral]